Um minuto por dia: o paciente registra a dor enquanto ela acontece. Na consulta, o médico decide com o mês inteiro documentado — crises, resgates, sono e metas.
Nenhum exame mostra dor. O que existe é o relato — e o relato chega ao consultório como lembrança: uma nota aproximada, um número impreciso de crises, uma adesão que ninguém reconstrói com exatidão.
O paciente sente que precisa provar o que sente. O médico titula, indica procedimento e ajusta resgate sobre os dias de que ele se lembra — quase sempre os piores. Com registro diário, o período chega inteiro: cada dia anotado no dia em que aconteceu.
O que o paciente anota à noite é a mesma linha que o médico abre na consulta. Um acesso, um cadastro, uma linha do tempo — sem módulo vendido à parte e sem integração a contratar.
Registrar leva um minuto e vale o mês inteiro. Poucas perguntas por dia, respondidas em poucos toques.
Convite individual gerado no portal. O paciente cria o acesso; a definição clínica fica com a equipe.
Dor, crises, resgate usado e resposta a ele. Um minuto por dia, no dia em que aconteceu.
O painel destaca quem saiu da curva esperada, com a regra que trouxe o paciente ao topo escrita ao lado do nome.
Estamos finalizando os formatos de contratação. Até lá, o acesso é liberado diretamente pela nossa equipe.
Para o médico que acompanha a própria carteira de pacientes com dor crônica.
Para equipes multiprofissionais que dividem o acompanhamento entre vários prestadores.
Para serviços e redes que precisam de integração com sistemas próprios.